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Alison dos Santos corre bem e avança às semifinais do Mundial de Budapeste

O campeão mundial dos 400 m com barreiras fez uma prova tranquila, poupando energia para a próxima fase que será disputada nesta segunda-feira (21/8) a partir das 14:33 no horário de Brasília, com SporTV; Rafael Pereira e Eduardo de Deus estão na semifinal dos 110 m com barreiras

Alison dos Santos passa para a semifinal do Mundial (Foto: Wagner Carmo/CBAt)

Alison Piu dos Santos começou bem a defesa de seu título de campeão mundial dos 400 m com barreiras. Na manhã deste domingo (20/8), ele venceu a primeira série eliminatória, com o tempo de 48.12, avançando para as semifinais do Campeonato Mundial de Budapeste, na Hungria, que serão realizadas nesta segunda-feira (21/8), a partir das 14:33 no horário de Brasília, com transmissão pelo SporTV. O Brasil também qualificou Rafael Pereira e Eduardo de Deus para a semifinal dos 110 m com barreiras, também nesta segunda-feira.

O brasileiro, de 23 anos, fez uma prova tranquila, dosando as energias para a próxima fase da competição, disputada no moderno Centro Nacional de Atletismo. Ele controlou o ritmo para chegar em primeiro lugar, à frente do francês Ludvy Vaillant, que fez 48.27.

Piu obteve o melhor tempo dentre as cinco séries. O campeão olímpico e recordista mundial, o norueguês Karsten Warsten, diminuiu no final o ritmo de sua corrida, ficando em segundo lugar na sua eliminatória, com 48.76 – o 16º tempo no geral.

“Foi uma prova bem interessante. Acabei soltando para me poupar para a semifinal. Quero aproveitar, fazer o que tinha de fazer, passar as barreiras sem pressa”, comentou Piu, que ganhou a medalha de ouro no Mundial do Oregon-2022 e de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2021. “Estava confiante. Foi um bom tiro. Sinto que posso ir mais rápido, etapa por etapa.”

Treinado por Felipe de Siqueira da Silva, o atleta do Pinheiros-SP sofreu contratempo este ano: uma lesão no menisco lateral do joelho direito, em fevereiro. Passou por uma artroscopia, fez muita fisioterapia e a preparação de retorno no Centro Olímpico dos Estados Unidos, em Chula Vista, Califórnia.

Antes da eliminatória deste domingo Alison havia disputado apenas duas provas em 2023. E nas duas competições válidas pela Liga Diamante, realizadas em julho, demonstrou estar  completamente recuperado. Na Silésia, Polônia, ficou em terceiro lugar nos 400 m rasos (44.73) e, em Mônaco, foi vice-campeão dos 400 m com barreiras (47.66), confirmando índices para os Jogos Olímpicos de Paris-2024.

O Brasil ainda colocou dois atletas na fase semifinal dos 110 metros com barreiras. Rafael Pereira avançou ao ficar na terceira posição em sua bateria, a segunda das cinco disputadas com o tempo de 13.52 (16º no geral). Eduardo de Deus correu na quarta série e foi terceiro também com 13.37 (9º no geral), sua melhor marca na temporada. Gabriel Constantino foi o sexto na série 5 com 13.58 e não se classificou.

As semifinais dos 110 m com barreiras serão às 15:05 de Brasília, e a final às 16:40, nesta segunda-feira (21/8).

Outros resultados – A velocista Vitória Rosa não avançou para a semifinal dos 100 m – correu 11.57 (-1.0) e foi a sexta colocada no quarta série (36ª no geral). As atletas mais velozes foram a norte-americana Sha’Carri Richardson (10.92, 0.4) e a polonesa Ema Swoboda (10.98, -0.4).

Lucas Carvalho ficou em quarto lugar na série 6 dos 400 m com 45.34, empatado com o alemão Manuel Sanders, exatamente com o mesmo tempo – ambos obtiveram a 25ª colocação na classificação geral e não avançaram para a semifinal. O melhor atleta da qualificação foi o norueguês Navard Bentdal Ingvaldsen com 44.39. “Faltou acelerar um pouco mais no fim, talvez entrasse. Agora é continuar o trabalho até as Olimpíadas. Com o resultado de hoje eu passaria no último Mundial e Olimpíada, mas hoje não deu”, disse Lucas que fez 44.79, sua melhor marca, em julho, no Sul-Americano de São Paulo.

Nos 400 m feminino as brasileiras Tábata Vitorino e Tiffani Marinho também não avançaram às semifinais entre as 22 qualificadas. Tiffani foi a sétima na série 6, com 53.12 (44ª no geral), e Tábata a 8ª colocada na série 5, com 54.15 (47ª). A melhor marca foi de Marileidy Paulino (DOM), com 49.90.

Fernando Ferreira fez 2,25 m, sua melhor marca na temporada, na qualificação do salto em altura e ficou em 16º lugar. O melhor salto da qualificação foi do japonês Ryoichi Akamatsu (2,28 m).

Andressa de Morais ficou em 17º lugar no lançamento do disco, com 59,15 m, e Izabela Rodrigues da Silva em 22º, com 58,45 m, ambas fora da zona de qualificação para a decisão de medalhas. A melhor marca foi da norte-americana Valerie Allman, com 67,14 m.

Letícia Oro fica em 12º – Na final do salto em distância, disputada neste domingo à tarde (20/8) pelo horário de Brasília Letícia Oro Melo não conseguiu repetir o pódio do Mundial do Oregon. Em Budapeste Letícia saltou 6,12 m (0.4) no terceiro salto – queimou os dois primeiros e não ficou entre as oito primeiras colocadas que brigaram por medalhas. A melhor marca de Letícia é 6,89 m (1.1), da medalha de bronze em julho de 2022, em Eugene (EUA).

A sérvia Ivana Vuleta conquistou a medalha de ouro, com 7,14 m (1.2) – chorou muito, de emoção, com a conquista do primeiro título de seu país, sua melhor marca pessoal e do mundo em 2023 -, seguida pela norte-americana Tara Davis-Woodhall, com 6,91 (0.5) e a prata e a romena Alina Rotaru-Kottmann, com 6,88 m (1.6) e o bronze.

“Quero agradecer pela torcida. Fiz o meu SB (season best) no Mundial, que foi o salto de 6,73 m na qualificação, segunda melhor marca da carreira, passei para a final que não foi como eu esperava. Eu sou nova ainda, tenho várias competições internacionais pela frente, é treinar, treinar e treinar, para o Pan-Americano primeiro e, no ano que vem, para a Olimpíada”, disse Letícia Oro.

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