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Darlan não consegue repetir arremesso da qualificação e fica fora do pódio

Campeão mundial indoor do arremesso do peso de 2022, o brasileiro sofreu com uma lesão no ombro direito na disputa do Campeonato Mundial de Budapeste; e agora disse que vai focar tudo nos Jogos Olímpicos de Paris-2024

Darlan Romani vai analisar a prova do Mundial e passa a focar os Jogos Olímpicos de Paris (Foto: Wagner Carmo/CBAt)

Depois de obter a melhor marca na qualificação, na etapa da manhã deste sábado (19/8), com 22,37 m, Darlan Romani não conseguiu repetir o bom desempenho na final da prova do arremesso do peso do Campeonato Mundial de Atletismo de Budapeste, na Hungria. O brasileiro, campeão mundial indoor de 2022, em Belgrado, Sérvia, terminou em oitavo lugar, com 21,25 m, sem esconder a sua decepção pelo resultado no moderno Centro Nacional de Atletismo, estádio construído às margens do Rio Danúbio.

Darlan teve um ano difícil em 2023. Em função de uma lesão no ombro direito, ele havia disputado apenas uma competição: o Troféu Brasil, em Cuiabá (MT), quando venceu com 21,58 m, garantindo os índices para o Mundial e para os Jogos Olímpicos de Paris-2024. A sua última competição internacional havia sido o Mundial do Oregon, nos Estados Unidos, em julho de 2022.

Campeão pan-americano em Lima-2019 e recordista sul-americano do peso, com 22,61 m, Darlan disse que não pode se deixar abater. “É difícil explicar, tenho de analisar o vídeo, conversar com o profe (Justo Navarro, seu treinador). Acertei o dia, mas não o momento”, disse sobre os 22,37 m da qualificação. “Mas foi só a minha primeira competição internacional do ano, a marca é razoavelmente boa. É voltar a competir e focar na Olimpíada de Paris-2024”, prosseguiu. “Foi um ano em que competi muito pouco.”

O norte-americano Ryan Crouser, o grande favorito, conquistou a medalha de ouro, com 23,51 m, novo recorde do campeonato. O italiano Leonardo Fabbri foi a grande surpresa, ficando com a prata, com 22,34, recorde pessoal. Joe Kovacs, também dos Estados Unidos, levou o bronze, com 22,12 m.

Nas eliminatórias dos 100 m, os brasileiros não avançaram para as semifinais. Felipe Bardi, Paulo André Camilo e Erik Cardoso terminaram nos sextos lugares nas séries 3, 4 e 6. Felipe e PA completaram a prova em 10.25 (0.0), enquanto Erik, o recordista brasileiro com 9.97, correu em 10.36 (-0.1). O jamaicano Oblique Seville conseguiu o recorde pessoal e a melhor marca da etapa, com 9.86 (0.0).

Os brasileiros se concentram agora para o revezamento 4×100 m, depois de dois campings de treinamento – um em São Paulo, antes do Sul-Americano, e outro em Lisboa. “Primeiro é agradecer a Deus e a Nossa Senhora por estar aqui. Foi longe do esperado, eu esperava uma melhor marca, mas vou ver onde errei. A competição continua, é aprender com os erros e seguir em frente”, disse Erik, que foi o primeiro brasileiro a correr os 100 m abaixo dos 10 segundos – fez 9.97 (0.8) no Sul-Americano de São Paulo, no dia 28 de julho.

Almir Cunha dos Santos, o Almir Jr, saltou 16,34 m (-0.2) e não se qualificou entre os 12 atletas que avançaram para a final do salto triplo. O brasileiro terminou em 21º e a melhor marca foi do Jamaicano Jaydon Hibbert com 17,10 (0.2). “Nada justifica, qualquer coisa que eu fale agora parece desculpa. Queria ter feito melhor e não consegui acertar. Sei que eu tinha potencial de ter feito melhor, mas tive dificuldade e errei em um momento da temporada em que não poderia errar”, disse Almir que está treinando com José Uva, em Portugal, e venceu o Sul-Americano de São Paulo, em julho, com 17,24 m (0.6).

As etíopes dominaram os 10.000 m marcados pela queda de Sifan Hassan, pela Holanda, bicampeã olímpica e mundial, favorita absoluta e que liderava a prova. A queda ocorreu nos últimos metros, perto da linha de chegada, e Hassan cruzou andando (ficou em 11º) e saiu com o cotovelo ralado e sangrando.

O pódio triplo da Etiópia: Gudaf Tsegay (31:27.18) ganhou o ouro, Letesenbet Gidey (31:28.16) ficou com a prata e Ejgayehu Taye (31:28.31) com o bronze. A brasileira Maria Lucineida ficou em 21º com 35:54.18.

Na madrugada de domingo, mais brasileiros na competição: Érica Sena, Gabriela Muniz e Viviane Lyra na final dos 20 km marcha, às 2:15; qualificação do lançamento do disco feminino, com Andressa de Morais e Izabela Rodrigues da Silva, a partir das 4 horas; eliminatórias dos 400 m feminino, com Tiffani Marinho e Tabata Carvalho, a partir das 4:35; eliminatórias dos 400 m masculino, com Lucas Carvalho, às 5:25; e a qualificação do salto em altura, com Fernando Ferreira, às 5:35, além de Alison Piu dos Santos na eliminatórias dos 400 m com barreiras, a partir das 6:25.

Acompanhe o Brasil no Mundial de Atletismo de Budapeste no @atletismo.brasil e todas as notícias pelo www.cbat.org.br.

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